O Conselho de Direcção do Instituto Nacional de Irrigação, IP (INIR, IP), alargado aos técnicos da Sede e liderado pelo Director-Geral, Delfim Vilissa, realizou, de 09 a 13 de Junho do ano em curso, uma missão de monitoria aos regadios do Chókwè e de Baixo Limpopo, com o objectivo de avaliar os impactos das cheias sobre as infra-estruturas hidroagrícolas e acompanhar as acções de recuperação em curso. A missão contou com a participação das Unidades de Gestão dos Regadios de Chókwè e do Baixo Limpopo, representadas pelos respectivos coordenadores, Eng. Alberto Banguine e Eng.ª Isabel Chicombe.
Durante a visita, a equipa técnica inspeccionou diversos pontos críticos dos sistemas de irrigação e drenagem, incluindo tomadas de água, canais, valas de drenagem, estações de bombagem, diques de protecção e áreas de produção agrícola afectadas pelas cheias. As constatações revelaram danos significativos em infra-estruturas hidráulicas, assoreamento de canais e valas, rupturas de diques, limitações na operacionalidade de equipamentos e constrangimentos que comprometem a eficiência dos sistemas de irrigação e drenagem e o regresso do grandes, medios e pequenos produtores dentro do perimetros irrigaveis.
No Regadio de Chókwè, foram identificadas necessidades urgentes de desassoreamento, reabilitação de estruturas degradadas, reforço da protecção hidráulica e mobilização de equipamentos para acelerar os trabalhos de recuperação. A missão constatou igualmente o empenho das associações de produtores e trabalhadores locais na manutenção da actividade agrícola, apesar dos desafios impostos pelas cheias que se fizeram sentir no primeiro trimestre de 2026.
No Regadio do Baixo Limpopo, a visita permitiu avaliar o estado de infra-estruturas estratégicas, como as estações de bombagem de Umbapi e Magula, o colector de Gaide, o rombo de grande dimensão em Nhacutse e várias áreas produtivas com o destaque das casas agrarias que constituem cerca de 8 mil hectares ainda inundados e inoperacionais devido a falta de escoamento. Foram identificadas intervenções prioritárias para restabelecer a operacionalidade dos sistemas, reforçar a manutenção de equipamentos, melhorar a drenagem agrícola e garantir maior resiliência das infra-estruturas face a eventos climáticos extremos.
A missão concluiu que, apesar dos impactos registados, decorrem esforços significativos para a recuperação das infra-estruturas e reposição da capacidade produtiva dos regadios. O INIR, IP reafirma o seu compromisso em mobilizar recursos, fortalecer a coordenação com os parceiros e acelerar a implementação das intervenções necessárias para garantir a segurança hidráulica, a produtividade agrícola e a sustentabilidade dos regadios do Chókwè e de Baixo Limpopo.
O Conselho de Direcção do Instituto Nacional de Irrigação, IP (INIR, IP), alargado aos técnicos da Sede e liderado pelo Director-Geral, Delfim Vilissa, realizou, de 09 a 13 de Junho do ano em curso, uma missão de monitoria aos regadios do Chókwè e de Baixo Limpopo, com o objectivo de avaliar os impactos das cheias sobre as infra-estruturas hidroagrícolas e acompanhar as acções de recuperação em curso. A missão contou com a participação das Unidades de Gestão dos Regadios de Chókwè e do Baixo Limpopo, representadas pelos respectivos coordenadores, Eng. Alberto Banguine e Eng.ª Isabel Chicombe.
Durante a visita, a equipa técnica inspeccionou diversos pontos críticos dos sistemas de irrigação e drenagem, incluindo tomadas de água, canais, valas de drenagem, estações de bombagem, diques de protecção e áreas de produção agrícola afectadas pelas cheias. As constatações revelaram danos significativos em infra-estruturas hidráulicas, assoreamento de canais e valas, rupturas de diques, limitações na operacionalidade de equipamentos e constrangimentos que comprometem a eficiência dos sistemas de irrigação e drenagem e o regresso do grandes, medios e pequenos produtores dentro do perimetros irrigaveis.
No Regadio de Chókwè, foram identificadas necessidades urgentes de desassoreamento, reabilitação de estruturas degradadas, reforço da protecção hidráulica e mobilização de equipamentos para acelerar os trabalhos de recuperação. A missão constatou igualmente o empenho das associações de produtores e trabalhadores locais na manutenção da actividade agrícola, apesar dos desafios impostos pelas cheias que se fizeram sentir no primeiro trimestre de 2026.
No Regadio do Baixo Limpopo, a visita permitiu avaliar o estado de infra-estruturas estratégicas, como as estações de bombagem de Umbapi e Magula, o colector de Gaide, o rombo de grande dimensão em Nhacutse e várias áreas produtivas com o destaque das casas agrarias que constituem cerca de 8 mil hectares ainda inundados e inoperacionais devido a falta de escoamento. Foram identificadas intervenções prioritárias para restabelecer a operacionalidade dos sistemas, reforçar a manutenção de equipamentos, melhorar a drenagem agrícola e garantir maior resiliência das infra-estruturas face a eventos climáticos extremos.
A missão concluiu que, apesar dos impactos registados, decorrem esforços significativos para a recuperação das infra-estruturas e reposição da capacidade produtiva dos regadios. O INIR, IP reafirma o seu compromisso em mobilizar recursos, fortalecer a coordenação com os parceiros e acelerar a implementação das intervenções necessárias para garantir a segurança hidráulica, a produtividade agrícola e a sustentabilidade dos regadios do Chókwè e de Baixo Limpopo.





